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Amargura

Com as dores que lavam meu coração
Teço um mar de ondas viris.
Faço-as bater nessa rocha chamada Razão
E rezo pelo fim desses dias febris.

Quanto medo, desespero!
O amor que laça depois fere a alma
Traz aflição e desejo.

Penso em voar
Qual um pássaro a fugir da amarga solidão.
Vôo firme, sem descansar,
Já não sei se de quem eu fujo é da paixão.

Sou a flor que colhes com carinho
Aquela a quem tu amas e cuidas.

Que amargura!
Pensar que em ti encontro doce afago
E logo vir-me a mente
Que um dia o doce amarga!
Cecilia Mendes
Enviado por Cecilia Mendes em 01/10/2006
Código do texto: T253766
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Sobre a autora
Cecilia Mendes
Duque de Caxias - Rio de Janeiro - Brasil, 25 anos
8 textos (371 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 22:26)
Cecilia Mendes