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Cale sua boca imunda

Quando eu for rápido demais
Me peça pra parar
Porque senão vou estraçalhar sua cabeça em mil pedaços
E expor na praça, como faziam antigamente com os inocentes e gente da sua espécie
Cale sua boca imunda
Não adianta escovar os dentes
Você sabe muito bem o que você andou colocando aí
Suja o espírito
Mórbida e profana promiscuidade
Cuspa o que você engoliu
Ou melhor, vomite
Porque não cabe num cuspe só
Cale sua boca imunda
Já que ninguém pode atirar a primeira pedra
Eu vou te atirar contra as pedras... lá embaixo
Marcelo Mosque
Enviado por Marcelo Mosque em 10/10/2006
Código do texto: T260824
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Sobre o autor
Marcelo Mosque
Fortaleza - Ceará - Brasil, 38 anos
18 textos (816 leituras)
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Marcelo Mosque