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A morada de Deus é tão distante

A morada de Deus é tão distante
Que é preciso morrer pra chegar nela



È preciso bem mais que autonomia
Pra colher o sereno da manhã
A saudade que queima é guardiã
Das palavras que formam a poesia
É preciso bem mais que a Utopia
Pra que o homem encontre a janela
Pra que a paz pinte a nova aquarela
E a vontade por Deus seja constante
A morada de Deus não é tão distante
E nem precisa morrer pra chegar nela.

Aprendi que são dois os meus caminhos.
Para segui-los a pé, ninguém conhece.
Quem pôs flores no espinho, desconhece
Os mistérios que vem por essa estrada.
O final é o começo da jornada
Pra mansão do Senhor, que é a mais bela.
Ninguém vai desvendar, numa aquarela,
O mistério da vida num instante.
A morada de Deus que é tão distante
Que é preciso morrer pra chegar nela.


Maviael Melo/ Galdêncio Neto
Poeta Galdencio Neto
Enviado por Poeta Galdencio Neto em 04/12/2010
Código do texto: T2652714

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Sobre o autor
Poeta Galdencio Neto
Sertânia - Pernambuco - Brasil, 41 anos
47 textos (4225 leituras)
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Poeta Galdencio Neto