Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

poema de mim

eu sou
o que não era
para ser
insisto
no atrito,
raio
que não pára

sou eu
a ânsia de vômito
a causa
e a conseqüência
do déjà vu,
jamais vi

sou às tantas
da madrugada
epilepsia
sou a forma da dor
e do prazer
na hora de morrer

quando o céu
se contorce em fogo,
nuvem hemorragia
diariamente,
sou parto,
mas...
jamais serei coágulo

Alessandra Espínola
Enviado por Alessandra Espínola em 17/10/2006
Reeditado em 17/10/2006
Código do texto: T266329
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre a autora
Alessandra Espínola
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
288 textos (26476 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 00:42)