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FIM DA LIBERDADE

   Deslumbrante surge o sol,
   no raiar de um novo dia,
   e entre o verde das planícies,
   riacho de águas límpidas
   percorre terras sem fim.
         Florestas verdes, imensas,
         Palco da grande alegria
         dos concertos matinais,
         onde pássaros de beleza sem par,
         com seus cantos e chilreios,
         traduzem toda a alegria
         de viver em liberdade.
   Liberdade que o homem,
   sem pensar nas consequências,
   aos poucos vai destruir,
   construindo cativeiros,
   destruindo as matas,
   poluindo os rios
   numa avidez total.
          Na tristeza do crepúsculo,
          árvores caídas, sem vida,
          castelos de alegria outrora,
          restam apenas montes caídos
          transformados em carvão.
          E os pássaros que ali cantavam
          calados no cativeiro,
          aos poucos irão morrer.
   Acabou-se a liberdade,
   acabou-se a alegria
   dos concertos matinais.
   Porque o homem, ser malvado,
   inimigo de si mesmo,
   derrubando as florestas,
   poluindo os rios,
   destruindo a própria vida,
   modificou a natureza.
There Valio
Enviado por There Valio em 24/06/2005
Reeditado em 24/06/2005
Código do texto: T27333
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
There Valio
Pilar do Sul - São Paulo - Brasil, 74 anos
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