Capa
Cadastro
Textos
Áudios
Autores
Mural
Escrivaninha
Ajuda
Textos
Texto

VIAJOR DE CERTA VEREDA


Rasgar essa roupa já em trapos,
farrapos
outra qualquer, na pele, costurar
não se é doido de viver
sem fantasia
Vagar canoas rio acima
o mau tempo nos surpreendendo
e supervenientes enchentes,
por fim arrefecidas

Seguir vozes clamando no deserto
espírito  aberto
olhos fechados,
sem desconfiança alguma
esquecendo os (outrora) cerrados punhos
Orientar-se – nua de saberes – pela lua
tresdobrar atenções, intentando captar
engenhoso e sutil argumento
em forma de lamento


Ana Guimarães
Ana Guimarães
Enviado por Ana Guimarães em 29/10/2006
Código do texto: T277080
Enviar por e-mail
Denunciar

Comentários

Sobre a autora
Ana Guimarães
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
41 textos (3187 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 08/12/16 08:10)
Ana Guimarães