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Crime e Castigo

Como posso eu ver
Tua misericórida
Para com meu ser
Se os braços que me dás
Quem muito quero
Não podem enlaçar
E beijar os lábios
Doces do meu amor
Não posso, pois.

Como não crer n'algum
Erro d'outra vida!
Porque nesta, eu
Perdida sempre estive
Outra razão não há.
Tão atroz mortificação!
Ser amado e amar!
Porém viver este amor
É viver em pecado.

Ah, meu amargo Fado!
Andréia Alves
Enviado por Andréia Alves em 31/10/2006
Reeditado em 10/11/2006
Código do texto: T277989

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Sobre a autora
Andréia Alves
Umuarama - Paraná - Brasil, 32 anos
23 textos (1206 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 22:45)
Andréia Alves