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Tudo

Tudo

Parece que tudo sei,
Mas não sei dizer ao certo
O que o sol do futuro quer falar

Pressinto tudo de belo
Com a esperança me desespero
Com sede de domar o presente
Vedando minha loucura.

Quando tu surges no horizonte,
O tempo passeia devagar
Rodopiando ao meu redor
Com vestígios seus,
Quem dera se fosse.

E sentir que sempre a tive...

A mulher que tu és em carne
Nunca acariciei,
Mas desejo a tua alma alheia
Nua em meus olhos.

A única que me instiga
Sem me inspirar desejos mundanos.
Ser estranho que me completa.

Voz bálsamo
Que cala minhas inquietações
E floresce trilhos de alegria,
Num só dia.

Que me inspira poesia
E sonhos de casal.

O cheiro e a essência dos poemas,
Razão das minhas metáforas.

Sentimento não escrito,
Porém não está restrito.
Não está entre vírgulas,
Nas interrogações,
Muito menos exclamações
E nem assim...
Simplesmente está em tudo.

Daniel Pinheiro Lima Couto

31/10/06













Daniel Couto
Enviado por Daniel Couto em 04/11/2006
Código do texto: T281882

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Sobre o autor
Daniel Couto
Curitiba - Paraná - Brasil, 34 anos
110 textos (6652 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 03/12/16 12:13)
Daniel Couto