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Ser tudo

Na solidão da noite
Na solidão da madrugada
Meu cérebro fica afoito
Meu eu já não é meu
Já não é nada

Digo tudo que sei
Digo a tudo não sei nada
O que fiz já se desfez
O meu brio agora é luz
E é desalmada

Sou eu e sou ela
Sou aquele e aquela
Um poeta que é tudo
É vestido e é também
Desnudo
 
Na solidão da madrugada
Sou um poeta ou poetisa
Ou não sou nada
Luiz Carlos Farias
Enviado por Luiz Carlos Farias em 18/11/2006
Reeditado em 19/11/2006
Código do texto: T294813
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Luiz Carlos Farias
São Paulo - São Paulo - Brasil, 50 anos
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Luiz Carlos Farias