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Antropofagia Poética Paradoxa

O sorriso
Que surgiu
Desajeitado
Entre os lábios
Que desejei
Embriagou-
Me...

E o jeito,
O corpo
Que meu corpo
Quis provar,
Dançou
A melodia
Silenciosa
Das arpas
Vazias
Que meus dedos
Não tocaram,
Não quiseram tocar.


O descompasso
Rítmico
Da caneta
E a letra
Tão borrada
Surgiram
Ao surgir
TU.

Não,
Não faço mais
Poemas!

Juro!
Jamais
Verás
Outro ai
Que seja
Meu!

Não,
Não terás
Outra rima!

Ah!
Quem dera ser Tarsila
Pra te comer
Agora
Viva,
Tão viva.
Dio Lenno
Enviado por Dio Lenno em 21/11/2006
Código do texto: T297359

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Sobre o autor
Dio Lenno
Macapá - Amapá - Brasil, 31 anos
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