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Despedida

É, parece que não deu certo.
Tentei muito, muito mesmo, mas não deu, acho que perdi para o destino.
Quero apenas uma coisa.
Quando o vento soprar forte e uma chuva fina começar a cair ou um arzinho frio e gostoso bater no teu rosto, lembre-se de mim, pois ainda te amo.
Sou como uma rajada de vento depois que passa, deixando marcas da paixão, trazendo consigo uma saudade enorme de tempo bom, assim reclama agora teu coração.
Até mesmo as músicas falam do nosso amor, mas o destino não as ouve.
Tudo parece tão injusto, mas a vida é assim mesmo.
Acho que estou perdendo o ar que encanta nosso amor, pois uma dor meu peito sente sem saber como e por quê.
Tenho um desejo de estar perto de quem está longe de mim.
É, tudo parece tão injusto, mas a vida é assim mesmo.
A gente se apaixona por quem não deve.
A gente ama quem não merece.
Amo muito que chego a imaginar:
O que dizem teus cabelos que reclamam meu afago?
O que dizem teus olhos que não me vêem mais?
O que diz tua boca que sente falta a minha?
O que dizem teus ouvidos que não ouvem minha voz?
O que diz teu corpo que não sente o meu ardendo, querendo sentir o teu calor?
O que diz teu coração aflito, que bate desesperado longe do meu ?
E o que diz você que não entende esse amor verdadeiro?
O que diz você que sente uma vontade louca de me querer, mas que não tem coragem de me dizer?
É, tudo parece tão injusto, mas a vida é assim mesmo.
Mas não me importo, pois amo você, amo muito, muito mesmo, que preciso te dizer...
                                                                             
                                A D E U S.



                  Silvio Cavalheiro, “ O Cara.! “

Silvio Cavalheiro
Enviado por Silvio Cavalheiro em 27/11/2006
Código do texto: T303336
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Sobre o autor
Silvio Cavalheiro
Canoas - Rio Grande do Sul - Brasil, 47 anos
18 textos (357 leituras)
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