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QUANDO CHEGA A MADRUGADA

QUANDO CHEGA A MADRUGADA
no silencio da noite me vejo só.........
Tento conter a tristeza,
recordando a beleza do sorriso seu
Procuro me vingar da infelicidade
de não mais  ter você aqui
E no desencanto da realidade,
acabo por me sufocar na saudade


Onde estarias agora no frio da noite,
sob o pratear da madrugada
Por onde andaria tão sutil criança
de ingenuidade interrogável
Acaso estaria a pensar em mim
como não esqueço de ti um só instante
Ou já nem te recordas deste amargo ser solitário
cego por sua beleza incontestável


Meu sono some minha alma a amargura consome
na ânsia contraditória de te querer
Os calafrios neste corpo meu que já foi seu outrora
 traz desconforto enquanto chora
Pensei em implorar seu retorno mas
o desconforto de ter que dividi-la isso jamais
Pensei a DEUS fazer uma prece mas
julguei heresia tal pedido desmedido e pagão

Só me resta de momento nesta hora
jogar tua lembrança fora deste peito preguiçoso
Buscar equilíbrio a meu ego nada orgulhoso
percebendo a vergonha de amar o inamável
Rogo que a madrugada se finde de imediato
para que eu viva meu teatro diurno mentiroso
Onde afirmo que tua existência não me interessa,
 que meu peito esta pronto pra viver um novo amor


PI OANJODEFOGO
Enviado por PI OANJODEFOGO em 02/12/2006
Código do texto: T307578

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Sobre o autor
PI OANJODEFOGO
Cabrália Paulista - São Paulo - Brasil, 55 anos
67 textos (3200 leituras)
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