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Clarice

A felicidade sempre me pareceu mesmo algo clandestino.
Linhas erradas no tecido do tempo
que cedo ou tarde se repuxam
deixando-me toda em vincos dobras e fiapos.
E como uma vela que consume o fogo,
e deforma o corpo em gotas lúdicas,
vi desfazer-se com calma e gozo,
luta após luta, o apreço pela vida.
Tatiana Castro
Enviado por Tatiana Castro em 10/08/2005
Reeditado em 10/08/2005
Código do texto: T41819
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Sobre a autora
Tatiana Castro
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 35 anos
14 textos (560 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 17:05)
Tatiana Castro