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Papel calando poesia
Caneta fechando verso
E um desejo desmedido,
ser compreendida

Papel fechando verso
Caneta calando poesia
E uma única certeza,
não sou entendida

Sou um rabisco
rascunho de mim mesma
Sou papel
que silencia poesia
Sou memória de um verso preferido
mas com o tempo esquecido

Sou ausência de adereços poéticos
brancura no papel
Silêncio de um verso...
...carência poética do teu amor.
Cirlene Fernandes
Enviado por Cirlene Fernandes em 04/09/2005
Código do texto: T47656
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Sobre a autora
Cirlene Fernandes
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Cirlene Fernandes