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Calmaria

Não sou dada à calmaria
Rasgo momentos
Abro o peito numa fúria visceral
Fico nua
Me lanço ao amor

Me entrego ao desejo desmedido
noite mal dormida
corpos cansados
gozos intermináveis
as lágrimas marcadas
aos calafrios,
arrepios,
cheiros,

Nego os sonhos esquecidos
As cenas de novelas,
amores perfeitos

Ignoro o bucolismo arranjado
Saudosismo emprestado
Evito atalhos
Não corro da dor

Não fujo do apego intenso
que me consome os sentidos
Que me faz Mulher...
Cirlene Fernandes
Enviado por Cirlene Fernandes em 06/09/2005
Código do texto: T47952
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Sobre a autora
Cirlene Fernandes
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Cirlene Fernandes