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Banquete

O sol nasce cinza aqui da minha casa de papel e os pássaros com seus cantos ensurdecedores não deixam a ressaca ir embora, por favor não deixe a luz te tocar, não quero ver como você é, se tuas formas são bonitas ou deformadas como meu coração.
Eu estive com raiva dos meus sentimentos, das minhas precipitadas culpas pela destruição de tudo de ruim na sua vida.
Reze antes de se servir, desse banquete de vermes devorados.
Eu espero que a tempestade venha e caia mais cedo, mas a tempestade é só uma fraca chuva, onde eu limpo minha pele desse sangue que vaza pelos poros.
Juliano Rossin
Enviado por Juliano Rossin em 07/09/2005
Código do texto: T48265
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Sobre o autor
Juliano Rossin
Curitiba - Paraná - Brasil, 33 anos
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Juliano Rossin