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PARAÍSO DE LOUCURAS

Frutos da imaginação,
Fantasias, ilusões,
Homens com sete cabeças,
Monstros horrendos, dragões;
Povoam um mundo que conheço,
Mundo pequeno e infinito,
Mas que não é o meu mundo
Pois nele não existo.

Fui eu que o criei,
Só eu o sei sentir,
Não há dogmas nem verdades
E é impossível mentir.
É um mundo um pouco estranho
Onde tudo é irreal,
Não tem forma nem idade,
Não há Bem nem Mal.

É a minha fuga, o meu escape,
O meu céu nas noites escuras,
Um lugar de liberdade,
Paraíso de loucuras.

25 de Novembro de 1991
Vitor Dengucho
Enviado por Vitor Dengucho em 05/12/2004
Reeditado em 13/11/2011
Código do texto: T515
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Vitor Dengucho
Portugal, 43 anos
18 textos (6995 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 11:03)