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NA PARTE MAIS ÍNTIMA DO SER

Na parte mais terna, no íntimo do ser
Como haveria de eu saber sem antes saber de ti...

Quando o verso insinuou-se para haver
Levou-me junto, confidenciando seus ais,
desejos despidos

Fazendo renascer, florir o peito dantes insípido.
Reavivou a face, aos murmúrios amarelados
deu-lhes de volta a vida!

Os ventos moviam-se em balanço da alma
como sendo apenas brisa,
tudo acordava, o coração assim permitia,
Tanto o queria!

Necessitava tocar-lhe, sorver da intimidade,
aprazer-se.
Curvou se até os seus lábios,
ensandecendo-a de tamanho fascínio.
Deitou-se aninhado ao copo miúdo e esguio...

Necessitava tocar-lhe, sorver da intimidade, aprazer-se,
curvou se até os seus lábios,
ensandecendo-a de tamanho fascínio
Deitou-se aninhado ao corpo miúdo e esguio.

Desejou nunca mais acordar
Rendendo-se aos apelos em ondas indo e vindo,
extasiados rendidos em frenesi,
a quem caberia a leitura doutros dias?
*Saberia do seu querer, acordar ou dormir ?

http://deveraspoesia.blogspot.com.br/
Vera Lúcia Bezerra
Enviado por Vera Lúcia Bezerra em 20/09/2015
Reeditado em 22/09/2015
Código do texto: T5389060
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Vera Lúcia Bezerra
Brasília - Distrito Federal - Brasil
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Vera Lúcia Bezerra