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Ref˙gio de augustas horas

Corroído me sinto agora
Com pensamentos anoitecidos
É dor que não vai embora
São sonhos esquecidos.

Me trancafio refugiado,
Buscando alguma bela lembrança;
Sei que nunca fui amado,
Nunca tive esperança.

Já nada me consola
Ante vida tão miserável,
Solidão que me assola
Em meu ego deplorável.

Rondo o tempo que me chega
Enquanto espero minha amarga hora,
Obra o silêncio que me seca,
Depois a morte, que me devora.
Vitor Barros
Enviado por Vitor Barros em 26/09/2005
Cˇdigo do texto: T54062
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Sobre o autor
Vitor Barros
Natal - Rio Grande do Norte - Brasil, 29 anos
26 textos (1396 leituras)
(estatÝsticas atualizadas diariamente - ˙ltima atualizašŃo em 07/12/16 16:55)
Vitor Barros