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FEITICEIRA I

“...feiticeira, como a rosa, tão formosa...”
diz a música, diz o poeta dum tempo
em que rosas e feiticeiras eram e podiam ser
musas formosas, “hermosas”, gostosas, saborosas!

...hoje o poeta se enfeitiça e diz da feiticeira, em sua lide de caldeirão,
que sua formosura é bálsamo, é remédio da hora da dor,
aquela do fundo, bem do fundo, do coração! ...é linimento de amor!

...resuma-se: a feiticeira sobrexiste ao tempo do poeta primevo
e a todos os tempos de todos os poetas; é assim,
mais que a formosura da rosa, ainda d’outro tempo!

...feiticeira é vento, é giro (como o da teresa), que nos roda
na roda da vida, no vendaval da beleza,

que vem da montanha!

28/09/2005 – 20:56h
CLAUDIO BAHIA
Enviado por CLAUDIO BAHIA em 28/09/2005
Código do texto: T54669

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Sobre o autor
CLAUDIO BAHIA
Lauro de Freitas - Bahia - Brasil
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CLAUDIO BAHIA