QUEM SABE?

Quando se escreve

com alma e paixão

as palavras fluem...

Parecem que voam

feito pássaros

que têm asas de infinito.

É quando as palavras

sussurram feito brisa

e entoam a doce canção

de ave que pode não ter ninho,

mas não vive sem carinho,

sem ternura e sem emoção.

Meu poema hoje

é ave de arribação.

Pouso incerto,

quem sabe,

teu coração?

José de Castro
Enviado por José de Castro em 17/06/2016
Código do texto: T5670132
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