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Navego
rio de minha vida
sem que tenha cidades por destino.

Menino de baladeira
mato a dentro
pé no chão, muito invento
alma partida

Sou de lua
sol e vento
pó de estrada
               navego,
e minhas águas passadas
sem reboliço sem nada
vão serenando ao longe.

Singro o meu rio
                  sangro.
E esta eterna vontade de partida
esta eterna sede
sede,
de beber a vida.
Raimundo Nonato
Enviado por Raimundo Nonato em 30/08/2007
Código do texto: T630404

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Sobre o autor
Raimundo Nonato
Teresina - Piauí - Brasil
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