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A SEGUNDA PESSOA

tendes medo da vanguarda do amor
mesmo assim és feliz
quando alcanças a plenitude
nalguns minutos do dia
tens a virtude da paciência do amor
mostras o ciúme tedioso do amor
vês os crimes hediondos do amor
vives intensamente o irromper do amor
torras nas faces cálidas do amor
morres de vontade de viver do amor
unges de sagrado o profano do amor
segues as luzes paralelas do amor
danças os passos trágicos do amor
odeias a paixão desesperada do amor
matas os minutos antecedentes do amor
cruzas os caminhos convergentes do amor
ouves a música da respiração do amor
saúdas o amanhecer do amor adormecido
sucumbes na água
no ar no fogo na magia na química
no desenho na poesia do amor
condenas no humor negro, o amor
Escobar Franelas
Enviado por Escobar Franelas em 24/10/2005
Reeditado em 13/02/2014
Código do texto: T63042
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Escobar Franelas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 48 anos
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Escobar Franelas