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Soneto indecente [Paródia do soneto de fidelidade]

De nada meu amor, serei alento
Depois e com tal medo e sempre, não tanto
Mesmo sob a dor do maior pranto
Que em mim não se esgote o sentimento

Quero amá-lo em instantes, quero amar de momento
E em meu pudor hei de instalar o espanto
Gozar teu gozo, espalhar encanto
Ao seu olhar tão pudendo

E assim quando desse amor me cure
Quem sabe o tempo, consolo de quem vive
Quem sabe a morte, fim do que se ama

Eu possa descrever-lhe o amor que tive
Que seja imoral, posto na cama
Mas que seja real enquanto dure.
Daanihh
Enviado por Daanihh em 01/09/2007
Código do texto: T633689
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Sobre a autora
Daanihh
Taguatinga - Distrito Federal - Brasil, 28 anos
90 textos (10380 leituras)
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