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Ato confesso.

Para os dias que seguem,
fica o tempo congelado no presente de sempre...
E mesmo que haja sensações temporais
como algum poema de Fernando Pessoa,
mora em mim a insegurança de um inferno
que não é meu, mas me comove.

Não. Não é  apenas escrever ou falar... E tão pouco fantaziar,
é sentir de fato algo certo ou errado para um olho tão fragil,
que é o olho da carne.

Resta agora,
mais uma vez a dor latente dos dentes brancos, sem cor...
e ficar só.
Rogério Tanajura
Enviado por Rogério Tanajura em 03/09/2007
Código do texto: T636599

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Sobre o autor
Rogério Tanajura
Salvador - Bahia - Brasil, 34 anos
6 textos (206 leituras)
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Rogério Tanajura