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Abraço

Teus braços antes arranco,
te dou caneta e caderno:
na minha mesa no inferno
beber já podes do branco...

Aqui a voz quando estanca
deglute a alma que é terna;
também o medo é externo
e a ira nele decanta

Por hoje dormes no instante,
de ti escondo a palavra -
enterro o erro que cava
a dor que nela se expande...

Que pouco estive gozando
do teu silêncio-cansaço...
'manhã remonto teus braços
enquanto vou te abraçando.
Corujão
Enviado por Corujão em 06/09/2007
Código do texto: T640968

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Sobre o autor
Corujão
São Paulo - São Paulo - Brasil, 44 anos
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