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Flutuante




Sinto-me estranhamente puro,
Estranhamente limpo
Como se de todos os males
Meu corpo fosse findo,
E mesmo que o mundo
Seja ainda um lugar de pobreza,
Um lugar de fome, de guerra,
De ódio e de frieza,
Há, na pureza de minha alma,
Uma nesga de esperança
Que compele a tristeza.
Maringá
Enviado por Maringá em 16/09/2007
Código do texto: T655164

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Sobre o autor
Maringá
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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