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Uma conversa, quase um poema...

Alana:
Um coração quebrado
Esmigalhado, tem concerto?
Um achado inestimável, ou um tesouro perdido
Seus pedaços se espalham pela sala, pela casa, pelo canteiro
Um coração quebrado, que não tem concerto

Rielson:
Eu podia até responder esse poema com outro.
Mas, qual inspiração. Apesar que o sofrimento também é inspiração.
O que seria dos românticos sem isso?
Mas, coração é renovável e tem concerto.
Ele é balado, perde sua estrutura.
E, se recuperada de forma espetacular sem nenhuma ranhura.
As ranhuras passadas ficam a espera de serem recuperadas em um lugar isolado.

Alana:
Pode até não ser um poema, como posso até estar errada
Mas uma ferida quando aberta, uma cicatriz sempre deixa...
Mesmo quando não tem rima, não deixa de ser poema
E um coração machucado, remendado, naum deixa de ser coração...

Rielson:
Eu não sei fazer peoma, rimas.
Coloco palavras sem sentido.
Formando frase sem rumo.
Se interpretando de um jeito.
Faço disso meu mundo...

Não existe feridas e nem cicatriz.
Tudo isso é ficção.
Prefiro acreditar que um dia.
As feridas se tornem canção.
Pra prova que tudo isso...

Já me falta inspiração.
Jule Santos
Enviado por Jule Santos em 17/09/2007
Código do texto: T655575
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Sobre a autora
Jule Santos
Ribeirão Preto - São Paulo - Brasil, 30 anos
234 textos (13465 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 23/08/17 11:25)
Jule Santos