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De novo o pranto

Tento chorar, mas não consigo
Sinto o pranto chegar, porém
Permanece sempre comigo
Não me deixando ir além

Cada segundo que passa
Cada minuto que perco
Cada hora se vai a esperança
De o dia limitar meu pensamento

Da minha vida levo apenas sua ausência
Da minha vida esqueço de tudo
Dela espero a minha obsolescência
Tanto nesse como em outro mundo

De qualquer forma não choro
Você não me verá em pranto
Porque as lágrimas não quero
Quero esquecer a dor desse momento

Pra onde vou, não tenho conhecimento
Talvez para onde seja ensolarado
Tenha os jardins de flores coberto
Pássaros cantando por todo lado

Mas sinto outra coisa no peito
As minhas obras boas não são
Para alcançar tamanho êxito
Só sei que padeço na escuridão

Fernando Flor Airoso 13h49min 20/09/2007
Airoso
Enviado por Airoso em 20/09/2007
Reeditado em 20/09/2007
Código do texto: T660768
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Airoso
Itapema - Santa Catarina - Brasil, 39 anos
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