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IDÉIAS SUICIDAS COVARDES

Como elas estãos estanques, essas horas.
Momento em que espero o fazer-se de um grito.
Alguma coisa aqui dentro se quebra. Eco.
Tal qual aquela igreja de grandeza assustadora
E silêncio divino, mas confissões de pecados, impurezas invisíveis.
Talvez coisas em demasia
Sejam já partículas dispersas. Em negro.
Qualquer cor assombrosa e fria.
Eu poderia me apagar em pensamentos.
De toneladas de aço.
Do negativo da existência. Opor o mundo ao seu sentido.
Mas não!
Uma crença absurda no depois
Ainda impera como antes.
E sempre.
Não consigo me libertar.
pedro amaro
Enviado por pedro amaro em 10/10/2007
Código do texto: T687917
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Sobre o autor
pedro amaro
Barra do Piraí - Rio de Janeiro - Brasil, 30 anos
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pedro amaro