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ESFINGE GORDA

ESFINGE GORDA

MaRio...
Águas convulsas
de Sá-Carneiro
na agitação do rodopio.
Menino-menina,
a trágica vida suicida,
O Esfinge Gorda,
jardim estagnado
na Paris ebulição.
Imaginação noutra realidade:
“Sereia louca que deixou o mar” de Portugal,
saudade, exílio do “Eu” partido, ferido.
“Um pouco mais de sol – eu era brasa,
Um pouco mais de azul – eu era além...” mar e rio.
Quiçá, de Sá!
Lá, no Hotel Nice,
em traje de Festa
a criança nina
em cristalina estricnina...
Nossa Senhora de Paris em Pessoa:
“_ Morre jovem o que os deuses amam.”



Prof. Dr. Sílvio Medeiros
Campinas, é primavera de 2007.
SÍLVIO MEDEIROS
Enviado por SÍLVIO MEDEIROS em 11/10/2007
Código do texto: T689691

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Sobre o autor
SÍLVIO MEDEIROS
Campinas - São Paulo - Brasil, 61 anos
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SÍLVIO MEDEIROS