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Ossos de Vidro - Poesia conjunta

Osso de vidro
cristal querido
suporte ágil
de corpo frágil
 
A taça que cai
Não fica quebrada
O osso se esvai
E não faço nada!
 
São  nossos ossos
vidros viram estilhaços,
Se  partir nosso  coração
Fica  só a paixão de palhaços.
 
De vidro, frágil como ele só
abracemos com cuidado
assim deixaremos marcado
carinho,   amor e não dó.
 
Minha alma reflete
Entre ossos de vidro. Aflito
Meu amor apodrece
Vivendo seus muitos conflitos
 
Queria ser ágil
Mas não posso andar.
O vidro é frágil
E pode se quebrar.

Ossos de vidro? Que importa?
Se entre eles vive um ser humano
Que faz dos amigos sua horta
E seu jardim de hermanos!
************************************
OSSOS DE VIDRO II (HUMOR)
 
Uma vez vi uma placa na estrada
“Compra-se ossos”, ela dizia
O magrão do meu lado se retorcia
De medo , ele só tinha ossos, mais nada.
 
Mas depois, pensou bem
Decidiu vender os ossos.
Pior do que ser magro
É viver entre os destroços.
 
Destroços encontrados no jardim
Como dois  perdidos elos
pares envenenados, mas belos
que ali se largaram, mesmo assim!
 
Ossos de vidro têm pêlo.
Tomem cuidado com ela,
tenham muita cautela,
senão quebra como o gelo!
 
E nestas andanças pelo Brasil
encontrei uma princesa-hidro
que escrevia como ninguém
a quem chamavam Ossos de Vidro
 
Calma lá querido amigo!
Não espalhe, da princesa, o apelido!
Porque o coração dela é abrigo
Do amigo,  do amor e do desvalido!


(Há muitos colaboradores neste poema.
Postarei a seguir o nome de todos)
Luiz Lauschner
Enviado por Luiz Lauschner em 08/11/2007
Código do texto: T729070
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Luiz Lauschner
Manaus - Amazonas - Brasil, 65 anos
467 textos (100465 leituras)
1 e-livros (87 leituras)
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Luiz Lauschner