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Ensaio


Quando saio de minha mata morta
A que muitos chamam jardim...
Liberto-me da natureza torta
Da composição humana que prende a mim...
Fora da mata, como resíduo de mim, Eu
De lá, abro a vereda e atravesso a mata com pouco mais de vida
N Vitor
Enviado por N Vitor em 11/11/2007
Código do texto: T733138
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Sobre o autor
N Vitor
Cascavel - Paraná - Brasil, 39 anos
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