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Algo ou alguém,
Afinal tão supérfluo é
Quem és, quem sou,
Num mundo de ninguém,
E que alguém, ou talvez ninguém,
Nunca possa ser mais do que aquilo
Que negou.

Trago-te a ti o meu verso,
Humilde e discreto,
As vezes sujo, outras impróprias,
Derrotado ou voador,
Mas de tudo isso que importa?
Se ao virastes as costas,
Esqueces até mesmo de ti,
E de todo seu viver.

Vai ver é assim mesmo,
De costas, fecha a porta,
Sem se preocupar com outrem,
Com todo mundo, com ninguém,
Pois ser quem sou,
E o que tu és,
Não importa.
Feche a porta.
Voa comigo.
Louis Wheiller
Enviado por Louis Wheiller em 13/11/2007
Código do texto: T735482

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Sobre o autor
Louis Wheiller
Atibaia - São Paulo - Brasil
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Louis Wheiller