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Como Doem...




         Sim, como doem as palavras…
Camufladas e cheias de ironia,
Vaidosas, indirectas no dia a dia
Risos de mentes mal formadas
Nada valem neste mundo de dor
Em que todos sofrem e amam
Quem sabe, hoje os que descoram
Um dia verão…
Como é belo o abrir d’uma flor…
Amar é um perfeito florir,
Mas, ai, a vida é um constante derruir
De castelos,
Que tombam em derrocadas
Envoltos em cinzas e terras amassadas.
Ao mundo eu deixo uma mensagem:
Que a vida é apenas uma passagem,
E quem se atreve ao desdém
Quando se é habitante dele…também?
Doem as palavras vâs … desdenhadas,
Mas, como doem sim…
Revoltas sombrias e repudiadas,
De quem lhes quere  pôr  fim…




25/10/2001
Odete Simões
Enviado por Odete Simões em 15/11/2007
Código do texto: T738060

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Sobre a autora
Odete Simões
Portugal, 91 anos
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Odete Simões