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AMOR GENÉRICO

O amor, por aqui, é genérico,
ninguém se importa até chegada a hora,
a morte é certa, assim como a dor,

mas Quem se importa?
na vida prática não há espaço,
existe apenas um mundo
em torno de cada umbigo.

e a vida continua, a vida continua...
quando isto é tudo,
até o próximo luto.

Tocar o barco e levar a vida:
NINGUÉM gosta de curar feridas,
ninguém gosta de curar feridas.
Adriana Vita de Noronha
Enviado por Adriana Vita de Noronha em 27/11/2007
Código do texto: T755667

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Sobre a autora
Adriana Vita de Noronha
São Paulo - São Paulo - Brasil, 31 anos
2 textos (122 leituras)
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Adriana Vita de Noronha