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Cala-te!...

   Cala-te! ...é Outono

Cala-te!
Cerra teus lábios de fel
e trava tua língua infiel,
não ouses falar orgulhoso
do mal que fere o espírito.

Cerra teus punhos e golpeia
o espelho inerte que revela
a face, escondida na máscara
moldada na cera da hipocrisia.

Cala-te!
Não ria, pois teu riso é como
a lâmina do punhal afiado,
que na traição, rasgou o inocente
que na luz do sol te destes a mão.

Oh! maldito humano,
anda, ainda é tempo,
banha-te no sereno do Outono
e purifica-te sob os raios da lua.

AndersonAguilar
07/06/07
Anderson José de Aguilar
Enviado por Anderson José de Aguilar em 29/11/2007
Código do texto: T758105

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Sobre o autor
Anderson José de Aguilar
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 60 anos
12 textos (209 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/10/17 01:31)