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Conflito constante

Eis que o tempo não anda manso,
Não há mais do que gozar,
Pois há guerra interna em meu ser
E as forças começam a lidar.
Em alerta vive minh'alma,
Pela essência eu devo lutar.

Adeus cenário fagueiro dos campos
Onde a memória pairava a sonhar.
Adeus várzeas sublimes risonhas
Onde a vida teimava em pousar.
Agora o desfecho é tristonho, o eu em guerra está,
Conflito interno constante, é preciso começar a lutar.

O interno e o externo são as armas,
Que sozinho aprendi manejar
Em minha'alma levando a certeza
De que um dia a paz triunfará.
Porém o conflito se eterniza:
corpo e alma sempre hão de lutar.
Boson
Enviado por Boson em 01/12/2007
Reeditado em 01/12/2007
Código do texto: T760072

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Sobre o autor
Boson
Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil, 26 anos
8 textos (135 leituras)
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Boson