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Espaço de tempo

A brevidade recai solta como palitos de fósforo riscados
sem dono, sem destino...
perto do frio a fio tercendo o nosso corpo fraco e rastejante
como quem paga pecados inacabados
e pendentes a pagar...
E... nem mesmo o mais seco dos goles, salva os sentimentos
já, plantados pela insatisfação
dos que ainda tem chão e calçada para pisar...
mas que uma hora cai.

E quando a queda vem,
só a lembrança revigora o ato ou gesto util
e nem mais a minha vóz se vale... e se cala.
Rogério Tanajura
Enviado por Rogério Tanajura em 06/12/2007
Reeditado em 23/01/2009
Código do texto: T767131

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Sobre o autor
Rogério Tanajura
Salvador - Bahia - Brasil, 34 anos
6 textos (206 leituras)
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Rogério Tanajura