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Eternamente

Bom dia:
Hora de levantar,
Se espreguiçar,
Abrir os olhos.
O pesadelo já se foi,
Mas o gosto de guarda-chuva,
Ainda não.
Se o sol vem, trabalhamos,
Mas caso contrário,
Ainda vivemos.


Contatos imediatos,
De novo.
Se vêm sorrisos ou orelha quente,
Copo d'água para refrescar.
Alguma coisinha
E segue o tempo.
Na cidade, nada mudou,
O caos reina
E o homem se esquece:
Boa tarde.

Hora de seguir em frente,
Com qualquer foco.
Luz vem, luz se vai.
Volta pra casa,
Lidando com estranhos.
Xingos ou elogios,
Uma dose não mata ninguém.
Bate o cansaço.
Boa noite,
E bons sonhos novamente.
Pancho
Enviado por Pancho em 06/12/2005
Código do texto: T81797
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Sobre o autor
Pancho
Sorocaba - São Paulo - Brasil, 30 anos
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