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Soneto do vulcão

Vulcão que abomina calmarias,
Hoje só desperta em fantasias,
Larvas de grandes cataclismas,
esfriadas, estátuas em cismas.
 
Brasas adormecidas, vencidas,
Atropeladas, vivem aturdidas.
Noite fria que já foi quente,
Hoje, imagens presas na mente.

Vulcão mudo, antes ativo,
Coitado, tem medo de gente,
Calor, fogo, e de ser vivo.

Porque não despertas altivo?
Não te mantenhas assim, cativo.
Renova, acende, inquieta-te...


Jotabe
Enviado por Jotabe em 24/12/2005
Reeditado em 25/12/2005
Código do texto: T90028

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Sobre o autor
Jotabe
Brasília - Distrito Federal - Brasil
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