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DELIRIOS (parteII)

                    DELIRIOS
                   Parte II
                Um estranho homem



Na imensidão  de minha dor fui vagando incansavelmente pelo labirinto cada vez mais perturbado por minhas lembranças fui esquecendo-me de quem eu realmente era e durante todo o caminho tive a impressão de estar sendo seguido ouvia passos e gritos ao longe mas quando eu aproximava-me nada podia ver, então após muito caminhar pude ver ao longe um homem agachado em um canto parecia estar ali há muito tempo,e de longe notei que ele   parecia olhar para algo que escrito em uma parede então  me aproximei e lhe perguntei:
O que fazes aqui, o que estas a olhar,como faço para daqui sair?
O homem sorriu e olhou de uma maneira assustada e nada me respondeu apenas apontou para a parede e deu-me a costa e saiu então e gritei: Volte aqui. Ele pareceu não ouvir-me e desapareceu na escuridão, olhei para a parede e nela estava escrito um estranho pensamento...



PENSAMENTO NOTURNO



Sigo o caminho daqueles  que suas almas já não fazem parte de meu mundo e então eu cruzo os portões do mundo dos mortos onde minha mente, torna-se apenas um pequeno fragmento de memórias que um dia serão choradas e por fim esquecidas.Meu corpo já sem vida estará aqui um dia, será que existirão  pessoas como eu para andar por este lugar e deslumbrar-se com a visão que para muitos é assustadora. Será que alguém terá coragem de sentar-se sobre meu tumulo para  encontrar inspiração ou paz?
Que sentido há em minhas frases, que significado escondem meus poemas, não se pergunte isto,apenas pergunte-se porque insiste em acreditar em amor.
       

O que será que ele quis dizer com isto, será que ele queria apenas ser lido? Eram pensamentos que não paravam de atormentar minha mente então eu olhei ao chão e nele havia algumas pegadas, comecei a segui-las ao andar meu pensamento deu-me algumas idéias lógicas ao menos eu não era o único que estava perdido neste estranho labirinto e as pegadas levaram até uma porta...




Parte III
O poeta e o ateu
(PATE
Mero mortal
Enviado por Mero mortal em 26/12/2005
Código do texto: T90487

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Sobre o autor
Mero mortal
Palmital - São Paulo - Brasil, 32 anos
8 textos (514 leituras)
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Mero mortal