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Não corte minhas asas

Sabe, as vezes sinto que
vivo presa num casulo
Muito protegida de tudo
mas solitária e sonhadora.
 
Eu tento a todo custo me libertar
dessa escuridão fria e desumana
ouço uma voz tranqüila a me chamar
vem das estrelas que a paz me emana.
 
Roubaste de mim a coragem de partir
até aonde as asas incansáveis me levassem
rompendo dias tecendo noites e madrugadas
desvendando segredos sem sentir medos.
 
Me liberte dessas garras e deixe-me ir
quem sabe eu até volte um dia
mais forte, mais humana e pronta
a aceitar essa sua forma de amar.
 
olhosdepoeta
Enviado por olhosdepoeta em 01/04/2005
Código do texto: T9169
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
olhosdepoeta
Piracicaba - São Paulo - Brasil
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