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Vivo.

Vivo à pura sorte
Tentando ser sempre forte
Buscando um rumo, um norte.
Um lugar no qual aporte,
Quem sabe um bordel no Pólo Norte?
Com pessoas que me suporte
Talvez uma fêmea que me conforte
Numa viagem sem passaporte
Ida sem volta num galope
Ilegalmente, no calote.
Engabelar, passar um trote,
Reconhecer valores, um dote,
Valsar a luz da lua ao som de um xote
Ou ouvir um frevo por Pavarotti
Devaneio, utopia, pinote.
Curiosidade tão qual num decote
Espero um vento, um carro-forte,
Que me carregue, que me deporte.
FÁBIO BARBOSA
Enviado por FÁBIO BARBOSA em 14/01/2006
Reeditado em 28/01/2006
Código do texto: T98687

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Sobre o autor
FÁBIO BARBOSA
Olinda - Pernambuco - Brasil, 37 anos
120 textos (7815 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 07/12/16 20:21)
FÁBIO BARBOSA