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Ausência declarada

Oh , radiosa manhã !
Oh , noite que adormeceste !
Não sei porque permaneço acordada ,
Talvez não saiba porque desapareceste .
Povoado por ti ,
Meu pensamento sobrevoa ...
Oxalá o vento te trouxesse até aqui ,
Onde o passar do tempo me magoa .
Afirmas a tua ausência
E abres em mim uma fenda ,
Que deixa penetrar
Toda e qualquer impureza .
Aquando o teu regresso ,
Pedes-me que entenda
O porquê da tua incerteza .
artescrita
Enviado por artescrita em 19/12/2005
Código do texto: T88415
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Sobre a autora
artescrita
Portugal, 33 anos
107 textos (4742 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 01:10)