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Mulheres, figuras divinas!

Mulheres, tão aplicadas,
Tão irritadas e tão meigas,
Ás vezes parecem alheias,
E tão complicadas...

Mulheres, foram feitas...
De maneira tão frágil
Mas ao mesmo tempo,
No amor se demonstrou ágil

Aquele ágil sentimento,
Que não tem nenhuma razão
Não tem nenhum pensamento

Assim sabem que não se sabe,
Vê o que não é visível
E sente o que não é perceptível

São tão estranhas, nunca,
Mas nunca entenderei seres assim
Tão belos quanto a natureza
E sei que sem eles seria o fim

Elas, seres de tanta grandeza,
Também de grande beleza!
Muitas tem riqueza, no brilho do olhar,
Outras não merecem esta estrofe soar!

Soa, soa o som, da música!
Música que sai de sua boca
E ecoa, o som que se cala,
Quando a paixão é pouca...
E o amor muito, e o amor mutuo...

Sabem que são apreciadas,
E algumas ainda são modestas
Eis a beleza da mulher,
Que beleza estupenda és esta!?

A beleza que só Deus consegue construir,
Somente esta beleza vejo,
Quando olho sua boca a sorrir!
O Escritor Randômico
Enviado por O Escritor Randômico em 18/03/2006
Reeditado em 26/12/2006
Código do texto: T125004
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
O Escritor Randômico
Curitiba - Paraná - Brasil, 28 anos
61 textos (5639 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 11/12/16 00:12)
O Escritor Randômico