Letra: Marly Ferreira
Música: Maestro Jorge Ramos

Dentre aquela multidão,
E um soluço interior,
Com a mão apertou o ventre:
O fluxo não seca Senhor.
Sangra e sinto intensa dor.
A hemorrágica chorou.
Ai,ai socorre pelo amor.
Gritava Agar vendo o filho desmaiar,
Semente morrerá no deserto,
Picado pelo escorpião.
A sede secará os seus ossos,
E a fome turvara a visão.
Ai, como é grande a minha dor.
Os gritos da rainha de Sabá,
Ecoa pelo imenso jardim,
Quem ela carregara nos braços.
Seu fruto Salomão escondeu.
Quando sem vinculo os despediu.
Jael pronta a lutar.
Mesmo sendo anfitriã .
Vê seu povo na guerrilha,
E sem comando aguardar,
Com sabedoria nata.
Poe a estaca a trabalhar.
Débora, a juíza, jamais calarão.
Na justiça reina o amor .
Mulheres de todas nações,
Culta, sábia ou ignorante.
Persistente e presente,
É guerreira, é valente,
Marly Ferreira
Enviado por Marly Ferreira em 04/03/2015
Reeditado em 21/12/2015
Código do texto: T5157713
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