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Juventude que me abre o horizonte

A poesia tenta cantar a realidade
Por mentiras inventa  as verdades
E, à própria vida, apenas a imita
Já que a vida é vivida,e não escrita.

Tem a ver tu com isso doce Nina?
Que a toda poesia dá referência
Pois, teu nome, é mais pura essência
Como se mulher fosse! é menina.

Como é estranho escrever pra ti
É como se escrever à própria poesia!
Que, em tempos, dói e dá alegria
Que cega e ao mesmo passo guia.

Teus olhos que vêem por mim
São mais belos e ainda mais jovens
Que os meus dezessete invernos
São intempéries às tuas primaveras.

Meus olhos são gostosos e castanhos
Mas, de que adiantam ainda fechados?
A juventude que me abre o horizonte
É a amizade que ao amor resiste.

A Nina é tão pérfida, louca e vil!
Veja, como mente primeiramente
A vã poesia! Comumente se contraria!
A Nina é, eloqüente! Amizade, alegria!
Andrié Silva
Enviado por Andrié Silva em 12/10/2006
Código do texto: T262405

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Sobre o autor
Andrié Silva
Salvador - Bahia - Brasil, 27 anos
912 textos (98456 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 06/12/16 10:19)
Andrié Silva