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Pobre condenado

Mais uma noite chegou,
Quase já se vai, e sei que mais uma vez
Não posso ouvir pela manhã teu canto,
Canto de um pássaro, tal que soube me encantar.

Seu belo canto que entoou,
Bela melodia que tocou,
Bela, tão bela tu és,
E de tão bela tocou meu coração.

Mas eu que vou tentar tocar,
Tocar minha vida sem pensar,
Vou tocar, o resto de meus dias solitário
O que me sobrou, a vida.

Uma vida solitária,
Uma vida sem amor,em cacos
Condenado na prisão de meu próprio amor
Condenado eternamente a te amar sem ser correspondido.

Amar-te, te amar,
Tanto amor que me resta, tanto amor que vai pro lixo
Amar-te vou eternamente,
Sofrer por ti?Só quem sabe é o tempo.
cauan felipe
Enviado por cauan felipe em 31/01/2006
Reeditado em 31/01/2006
Código do texto: T106318
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Sobre o autor
cauan felipe
Taguatinga - Distrito Federal - Brasil, 26 anos
11 textos (604 leituras)
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