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Alegria Ao Avesso - won taylor -

Os mortos não param de me confundir; com seus jogos de cocaína; que não consigo entender; e bancam os vivos; quando tudo que tem são os cemiterios em festas por mais cadaveres. Riso em meio a lágrimas; parem de me dizer que isso é alegria; que tudo que eu vejo é uma causa onde a dor se espalha em volta de todo lugar onde você está.

Eu banco o morto; mas me levanto quando tenho que andar e sair pela porta por onde entrei; enquanto os vejos caidos em suas alegrias tão mentirosas e mesquinhas. Em silêncio uma marcha a beira de um abismo sem fim; e nada posso fazer pra dete-los; dizem que já estão mortos; então que caiam todos. Mas, eu vejo que a dor vem pra cima de mim também.

Sinto tanto que tudo isso tenha ficado asism; com pessoas que estejam perdidas em meio a uma mentira que as abraça e mente pra elas; com seus jogos de dor. Banco novamente o morto; e mais uma vez escapo das garras da mentira leviana; e fujo do cime da inocencia que se perde. Sentado perto de tanto sofrimento; e ainda me sinto vivo o suficiente atingido pela falta do amor.

Eu encontro as portas da traição abertas e tetam me empurrar atrves dela; e todos os segredos saem do meu armario; e ficam tentando me dizer que está tudo bem. Eu os vejo sorrindo, mas eles não sorriem de verdade; falta a vida em seus olhos; e isso que não entendem; e eu busco a vida e não destrui-la jogando um jogo onde todos só perdem.

delii
Enviado por delii em 09/02/2006
Código do texto: T109925
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Sobre o autor
delii
Nilópolis - Rio de Janeiro - Brasil, 43 anos
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delii